Natal, tempo de rever conceitos, de fazer o bem, de se doar, de ajudar a quem precisa, de montar um presépio, de reunir a família, de fazer o tradicional e divertido amigo-oculto, de se preocupar com a ceia, de receber o 13º salário, de se fingir Papai Noel às crianças, sejam elas filhas, afilhadas ou até mesmo vizinhas.
Mas acho mais inteligente definir o Natal como um surto capitalista. O consumismo é seu maior sinônimo. Uma prova? Aquele velhinho que rouba a cena do menino Jesus, vestido de barbas brancas, com gigante barriga, é uma invenção da maior multinacional contemporânea, a coca-cola que, junto aos seus, transmite a ideologia consumista e elevam o capital acima de qualquer sentimento humano.
Na verdade, ás vezes é melhor que se tema ao 25/12. Parece que as disparidades aumentam. Um natal repleto de perus, champanhe, festa, música, diversão e viagem para uns, não disfarça o antagonismo do natal de outros tantos.
É certo que há bastante comoção por parte de algumas pessoas nesta data, e isso às torna sensíveis às injustiças sociais.
Mas o que é que se faz nos outros 364 dias? Será que há ação? Há quem se preocupe com as desiguais distribuições de renda e oportunidade? Inegavelmente, certeiramente e infelizmente, poucas pessoas!
Então, que todo dia seja Natal; E que você o tenha muito feliz! =D

Realmente, Natal é bem mais que Papai Noel, presentes e ceias fartas. É um stop nas coisas negativas e cativar as pessoas pra continuarem assim. Bem reflexivo (:
ResponderExcluir